Dica de Som: Destemido Walace

Olá pessoal! Hoje temos aqui mais uma dica de som pra vocês curtirem. E o desse mês é simplesmente fantástico. Com um nome um tanto atípico, e uma sonoridade com pitadas de regionalismo, regada a muito rock, lhes apresento o Destemido Walace.

Formada por Duda Nascimento (Voz / Violão), Rodrigo Bastos (Bateria), Tiago Cazuza (Teclados / Voz), Oto Ayres (Guitarra), Fernando Dante (Baixo / Flauta) e Felipe Noro (Percussão), a banda tem seu berço no Rio de Janeiro. Começou em 2007, a princípio apenas para tocar na festa de um amigo e em 2008 entraram no estúdio com o intuito de compor. Suas letras contam histórias daquelas de ouvir atentamente e colocar pra repetir. Acho que nada melhor do que colocar a própria descrição do Myspace da banda pra descrever o universo do Destemido Walace, segundo o jornalista Alex Gomes:

“Destino de Destemido é se ver frente a frente com o perigo e conduzir-se mesmo desprevenido, intuição e primitivo. Saca a viola, faz um hino, verdade e compromisso, que mesmo o cabra mais bandido há de respeitar. Se tiver que lhe roubar, não será o seu sorriso, a luz da vida nos olhos aflitos, porém dirigidos. Porque cabra ardiloso tem respeito consigo quando vê um destemido. Se não for o passante um assassino não leva dúvida que viu a viola e cantador marcado para o ofício. Alguém tem que cantar aquilo. Alguém te que se lembrar de outros destemidos com ele se reunindo. Porém atente a lingüística, destemido não é desaforo ou desatino. Destino, maldito destino. Corações Partidos. Amor sempre complica a vida de um destemido. Porque sendo coisa forte que move o mundo não há de passar despercebido. Todos precisamos de um som para isso. Porém destemido tanto é quem combate antecipando o mau destino, ou o que vence o vento à força de mil gemidos ultramarinos. Planta semente contida num verso, a verdade em cada um escrita. Destemido sempre lhe terá um conselho para não ser vendido. Um ombro amigo. Para um bom destino. E qual será o som disso?”

Se é pra indicar alguma coisa pra começar a ouvir, sugiro sem sombra de dúvida, o conto em forma de música A menina, a flor e o camponês. Mas merecem o mesmo destaque também Gari, Declaração de Amor (Próprio)Se Deus Quisesse e Zara. Sem contar a memorável interpretação de Geni e Zepelim do grande Chico Buarque.

Atualmente encontram-se em estúdio preparando um disco, então podemos esperar coisa boa vindo por aí!

Pra quem quiser conhecer o som dos caras, é só entrar no Melody Box deles e conferir algumas músicas. Ainda tem a página no Facebook, o Twitter e o site oficial. Deixo pra vocês um clipe de Declaração de Amor (Próprio).

É isso então, pessoal! Espero que curtam a dica!

Dica de Som: Galldino [Twítticas]

Olá pessoal! Hoje vou dar a dica de som de um cara que admiro muito o trabalho: o violinista / violonista / cantor Galldino!

Pra quem não o conhece, Galldino é violinista no grupo O Teatro Mágico e também tem sua carreira solo, tendo lançado os álbum OctOpus e Twítticas. E é exatamente sobre este segundo que comentaremos neste post.

Twítticas, lançado hoje, surgiu da ideia de fazer música que falasse a linguagem do mundo atual, mas que soasse doce aos ouvidos, harmoniosa. O nome do álbum vem do nosso tão conhecido Twitter, o qual serviu de fôrma para várias canções do álbum (não se resumindo totalmente a ele). O uso dessa ferramenta, por assim dizer, objetiva refletir nosso tempo, onde muitas vezes sentimentos e ideias correm rápidos, e muitas vezes limitam-se aos poucos 140 caracteres.

Além disso, Twítticas não soa banal. Seus arranjos poderiam tender ao eletrônico (presente em algumas passagens a la beat box), mas acabam por refletir as diversas influências que Galldino possui, passando por nuances que remetem até às sonatas de Bach.

E em tempos de SOPA, PIPA e ACTA, temos Twítticas livre para download. É o álbum convergindo às novas ideias desde a sua concepção até a distribuição.  É a música livre mostrando sua face. Mostrando que, sim, é possível fazer um projeto independente de sucesso.

Este post é publicado em paralelo ao lançamento do álbum. Você pode ir até o site do Galldino e baixar, não só Twítticas, mas também OctOpus.

Por fim, deixo-lhes o clipe de Vejam, que faz parte deste trabalho Twítticas. E, seguindo a HashTag que Galldino costumeiramente utiliza em seus tweets, #Ama_a_vida_segue!

Dica de Som: Cálix

Olá pessoal! Hoje vou dar a dica da banda Cálix! Com mais de 15 anos de carreira, a banda mineira destaca-se por misturar elementos do Rock com MPB e música Celta.

Formada por Renato Savassi (Vocal / Flauta), Sânzio Brandão (Guitarra), Marcelo Cioglia (Baixo), Rufino Silvério (Teclados) e André Godoy (Bateria) a banda já vendeu mais de 10 mil cópias de seus dois discos, chegando, inclusive, a receber o prêmio de melhor banda de rock progressivo, além de banda revelação, melhor CD e melhor show nacional em 2000.

Possui 3 álbuns, sendo dois de estúdio, Canções de Beurin (2000) e A Roda (2002), e um álbum ao vivo Ventos de Outono lançado em 2007, comemorando 10 anos da banda, com músicas dos 2 primeiros discos, além de 8 músicas inéditas.

Para conhecer um pouco mais do trabalho da banda, entre no site oficial. E para fechar o post, fiquem com a música Canções de Beurin, do disco ao vivo. Espero que apreciem a dica!

Dica de Som: Violins

Olá pessoal! Neste ano pretendo gradativamente adicionar novos conteúdos para o blog, além dos já costumeiros tutoriais e eventuais poemas. Não sei se os leitores sabem, mas sou toco guitarra desde meus 14 anos – no fim das contas, música é uma paixão minha. Nesse blog, apesar do assunto central ser programação, informática e essas coisas, pretendo eventualmente colocar alguns posts sobre coisas que estou ouvindo ultimamente. Assim, compartilho com vocês meu gosto musical (de vez em quando um gosto meio estranho, mas se acostumem!).

E pra começar, vou dar a dica da banda Violins.

Formada em Goiânia em janeiro de 2001, a banda é composta por Beto Cupertino (vocal), Leo Alcanfôr (guitarra), Timóteo Madaleno (baixo), Pierre Alcanfôr (bateria) e Pedro Saddi (teclado). Com o nome original de Violins and  Old Books, lançou seu primeiro álbum em 2002, chamado Wake Up and Dream, cantando em inglês.

Já em 2003, cantando em português, lançaram Aurora Prisma, este considerado o álbum de estréia da banda (já com o nome “reduzido” para Violins). A partir daí, vieram Grandes Infiéis (2005), Tribunal Surdo (2007), A Redenção dos Corpos (2008), Greve das Navalhas (2010) e Direito de Ser Nada, lançado ano passado.

Com uma pegada por vezes pesada, por vezes quebrada, a banda se destaca por letras bem pensadas, que muitas vezes despertam reflexão, ou como dizem alguns reviews na Internet, “são um soco no estômago e um tapa na cara”. Pra quem quiser conhecer mais, pode entrar no site oficial, onde tem inclusive o álbum Direito de Ser Nada pra baixar de graça!!! 😀

Bom pessoal, é isso. Pra fechar o post, deixo o clipe de Rumo de Tudo. Até a próxima!

Tutorial Allegro 5 #7 – Manipulando Áudio

Olá, pessoal! Continuando a série sobre Allegro 5, hoje veremos como manipular arquivos de áudio. Para a manipulação de áudio, o Allegro fornece o add-on allegro_audio. É através desta biblioteca que os controles, alocação e demais tarefas relativas a áudio. Porém, somente ela não permite a utilização dos formatos de áudio. Para complementar, utilizamos o add-on allegro_acodec, que nos fornece suporte a alguns formatos, como Ogg, Flac e Wave (não, infelizmente mp3 não está disponível).

Para exemplificar o uso de arquivos de áudio, vamos fazer um aplicativo que tocará uma música de fundo (no formato Ogg) de modo contínuo e toca um sample (no formato Wave) quando você pressiona a barra de espaço.

Continue lendo!

Off-Topic – Abertura Alternativa de Dexter

Olá pessoal!

Bom, vocês podem estranhar um pouco esse post, já que o blog ultimamente resume-se a programação e algumas coisas que eu escrevo… mas esse eu tive que compartilha.

Uma das séries que eu mais gosto nos últimos tempos tem sido Dexter (se você nunca assistiu, recomendo e muito que você assista!). O clima de suspense da série, que conta a história de um serial killer de serial killer, é regado à ótima trilha sonora, muito bem composta, e que se encaixa perfeitamente às cenas, sempre com um toque latino, já que a série se passa em Miami.

Eu, como grande apreciador da música, fiquei fascinado com esta “abertura alternativa” de Dexter, feita pelo artista Adam Ben Ezra. Ele misturou os itens da série no clipe de uma forma fantástica.

Vale a pena também dar uma olhada nos outros vídeos do canal dele.